sábado, 31 de dezembro de 2011

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

MIMO LINDO!!! Ganhei da amiga Erizarda - dorsal e crochê





Ganhei essa bolsa toda trabalhada em crochê, da amiga e parceira, Elizarda, artesã do grupo Bordado Colorido em Samambaia/DF. Se você gostou  entre em contato com ela pelo endereço abaixo.

Bordado Colorido - Samambaia – Elizarda

Quadra 209 - Conj. 6 - Casa 14 – Samambaia Norte / CEP: 72316-200
Telefones: (61) 3359-2175 / 9333-6966

Minha amiga linda, obrigado, obrigado!!!! Amo muito vocês.

SAUDADES!!!!!


Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

autor: Geraldo Vandré

INSPIRAÇÃO - decoração com lanternas JAPONESAS

 

 
 
 
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

DIVULGAÇÃO - ARTESÃOS DE BRASILIA

Amigos artesãos, uma oportunidade e tanto para expor seus produtos e dar mais visibilidade ao artesanato brasiliense. Siga as instruções abaixo e faça seu cadastro.

foto divulgação

O Centro de Atendimento ao Turista do Aeroporto Internacional de Brasília, além de ser um espaço de informações sobre as opções turísticas da cidade é também uma vitrine da diversidade artesanal do Distrito Federal. O espaço, aberto em outubro de 2011, exibe peças produzidas por artistas locais que encantam aqueles que passam pelo local.

Esta semana a vitrine do CAT receberá uma nova mostra com luminárias feitas de fibras naturais produzidas pela Broto de Bambu- Artesanatos e Móveis, bonecas africanas feitas pela artesã Patrícia Moronari e novos arranjos de flores do cerrado com tecido feitos pela artesã Lúcia Cruz.

A primeira mostra do CAT recebeu bonecas namoradeiras enfeitadas com mosaico feitas pela artesã Shirley Neves, esculturas de pedras de rio (seixo) feitas pela artista plástica Newma Gusmão, almofadas da Associação Bordadeiras de Taguatinga e arranjos de flores do cerrado feitas pela artesã Lúcia Cruz.

Quem tiver interesse em expor seu trabalho no Centro de Atendimento ao Turista do Aeroporto deve procurar a Subsecretaria de Diversificação e Estruturação da Oferta Turística da Secretaria de Turismo do Distrito Federal com uma mostra do produto para cadastro e avaliação.

Aeroporto: funcionamento: de 08:00 às 20:00
Telefone: 55 (61) 3364-9102
fonte: http://www.setur.df.gov.br/045/04507002.asp?ttCD_CHAVE=162366
61 3214.2712 - atendimento@setur.df.gov.br
SDC Eixo Monumental - Lote 05 Centro de
Convenções Ulysses Guimarães - Ala Sul 1º Andar Brasília - DF CEP: 78000-000
Atendimento de 8h às 12h e de 14h às 17h

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!!!!

imagem: net

Amigos, aproveito o espaço para desejar a todos um feliz Natal e um ano novo cheio de realizações positivas!!!
QUE VENHA 2012!!!!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

HOJE É O DIA OFICIAL DO PALHAÇO: minha homenagem a esse personagem

foto divulgação

O Palhaço: as cores encantadoras de Selton Mello como diretor
por: Jáder Santana

Câmera contemplativa, cores fortes e apuro técnico são pano de fundo para filme sensível sobre a eterna insatisfação humana.

foto divulgação

É possível perceber ao menos uma diferença evidente entre as sequências circenses e aquelas que se desenvolvem fora das lonas no novo filme de Selton Mello, “O Palhaço”. Quando assumem seus personagens dentro dos limites do picadeiro, as figuras ganham uma peculiar tonalidade em seus rostos e trajes, causada pela elaborada fotografia em tons alaranjados. Toda a magia e contemplação envolvidas no ato de fazer arte circense parecem imersas em uma atmosfera que de tão iluminada, tão resplandecente, é capaz de camuflar a vida real. Quando o espetáculo termina e as cortinas são definitivamente fechadas, as cores da rotina, da insatisfação e do vazio dão o tom.

“O Palhaço” encontra na vida de uma trupe circense o substrato máximo para trabalhar essa dualidade: os rostos eternamente felizes e artificiais do picadeiro escondem histórias tão banais e humanas quanto as nossas. E o exemplar perfeito é a tão explorada figura do palhaço trágico, que se não aqui não ganha traços originais compensa sua deficiência por qualidades técnicas que conseguem manter em níveis elevados o desenrolar do filme.

O palhaço Pangaré (Selton Mello), uma das estrelas do circo Esperança – imagine quão sugestivo esse nome pode ser – arranca gargalhadas exageradas do cada vez mais escasso público nas cidadezinhas de interior em que seu circo se hospeda. Seus gestos demasiadamente teatrais e suas piadas vez por outra picantes fazem sucesso e ajudam a garantir a sobrevivência da trupe. Quando o espetáculo do dia chega ao fim, o dinheiro é contabilizado e a maquiagem retirada, conhecemos Benjamim, que não tem graça alguma. Desde o início percebemos que uma grande insatisfação injustificada move o seu personagem, que sente crescer dentro de si um vazio tão grande quanto as enormes paisagens captadas pelas câmeras. O grande problema é que nem ele sabe explicar os motivos daquela sensação, que nos é apresentada pelo seu eterno olhar perdido, dificuldade para travar conversas com estranhos, insônia e o crescente desejo por um ventilador.

Selton Mello, um dos expoentes do cinema nacional na última década, sabe honrar com sua atuação firme o incrível número de pessoas que se dirige ao cinema atraídas por seu nome. Mesmo quando ocupa o picadeiro com as piadas e mímicas de Pangaré, o ator consegue manter em suas expressões e, sobretudo em seu olhar, o desespero interno de Benjamim. Enquanto isso nós, espectadores, rimos o riso da suspeita, curiosos pelas causas daquela insatisfação e encantados pelo desenrolar dos atos circenses.

Apesar de Selton ser o chamariz principal para “O Palhaço”, outros nomes que formam o elenco merecem destaque, seja pela importância que representam para a dramaturgia nacional, seja pelo excelente trabalho que oferecem no filme em questão. A velha guarda impera, com atores como Jackson Antunes e Tonico Pereira. No papel do delegado Justo, com a sua voz grave tão característica, Moacyr Franco é uma maravilhosa surpresa. Paulo José faz o palhaço Puro Sangue, dono do circo e pai de Benjamim, e nos brinda com mais uma atuação memorável.

O talento de Selton Mello também vai para trás das câmeras. Como diretor, ele é seguro e ousado, e em algumas ocasiões sua câmera se movimenta de modo curioso e poético. Preste atenção no modo como é filmado o corpo de uma das moças da trupe, enquanto ela adentra o recinto e se joga na cama, ou ainda na sequência final, com uma câmera que acompanha os movimentos da encantadora garotinha vivida por Larissa Manoela.

A curta duração do filme talvez prejudique um pouco a sua execução, visto que se torna quase impossível oferecer uma descrição mais profunda de alguns personagens, todos eles curiosos e com potencial para estrelarem outros filmes. Não chega a ser um problema, mas torna tudo menos agradável, principalmente por não garantir mais espaço para uma explicação adequada sobre as inquietações de Benjamim.

“O Palhaço” tem tudo para figurar ao lado de grandes filmes com temática regional que tonaram-se sucesso de público e crítica, como “O Auto da Compadecida” e “Lisbela e o Prisioneiro”. A grande diferença entre eles está na sensível carga dramática colocada por Selton em seu produto. Afinal, quem vai fazer o palhaço rir?

Jáder Santana é crítico do CCR desde 2009 e estudante de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Experimentou duas outras graduações antes da atual até perceber que 2 + 2 pode ser igual a 5. Agora, prefere perder seu tempo com teorias inúteis sobre a chatice do cinema 3D.

fonte:
http://cinemacomrapadura.com.br/criticas/236079/o-palhaco-as-cores-encantadoras-de-selton-mello-como-diretor/

foto divulgação



http://www.youtube.com/watch?v=dNjCY2xGn7w&feature=player_embedded#!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DIVULGAÇÃO: BAZAR Athos Bulcão


A partir da próxima quinta-feira (8/12), às 17 horas, começa o Bazar Athos de Classe. Durante o evento, serão lançadas novas serigrafias, copos, relógios, moleskines, o Calendário Ilustrado 2012 e peças exclusivas das grifes Ronaldo Fraga e Maria Bonita, que poderão ser adquiridos pelo público admirador do trabalho de Athos Bulcão. O Bazar vai até sábado (10/12) no restaurante a bela Sintra, localizado na 105 Sul. A entrada é gratuita.

O Bazar será composto por produtos personalizados com a obra do artista. Considerados pequenas obras de arte, os múltiplos são uma ótima opção para presentear. Estarão disponíveis desde itens para vestuário até utensílios para casa e publicações com textos e imagens da obra de Athos Bulcão. São canecas, xícaras, consomês, kits de café, sandálias, sombrinhas, lápis, cartões, azulejos, publicações, entre outros produtos, todos confeccionados em material de excelente qualidade e com faixas de preços variadas.

O Bazar é realizado pela Fundação em parceria com a Art & Art Galeria e com o restaurante a bela Sintra. Aguardamos sua presença!

Bazar Athos de Classe
Restaurante a bela Sintra - 105 sul
Dias 8 e 9 de dezembro - de 17h às 22h e 10 de dezembro, das 16h às 22h.
FONTE: http://fundathos.org.br/noticia/195


Fotos: Bruno Pimentel para o GPS